Eu sei que algum dia toda essa dor vai passar, não tenho certeza disso para lhe ser sincera, mas creio nisso. Sinto como se estivesse sendo ignorada, como se estivesse passando despercebida por todos. Não que eu me importe. Mas, mesmo sem me importar isso me deixa triste, é como se eu não existisse para você, logo você a quem dou tanto valor, a quem tanto amo e para quem sacrifico tantas coisas que poderiam fazer bem para mim, apenas por acreditar que você vai me falar uma palavra de conforto e ficar do meu lado, ou no mínimo notar minha presença. Não. Isso não esta acontecendo, meus esforços tem sido em vão, desnecessários. Você pouco importa-se se eu estou bem ou não. Não faz diferença mais. Por favor, prove-me que tudo isso que eu acho é mentira, prove que todo esse parecer é falso. Eu Imploro, não deixe que isso continue assim. Tenho esperanças em você, esperanças que essa dor acabe logo, que você faça-a passar. Sinto que falta algo em mim, algo bem mais forte que eu, algo que está roubando toda minha força em uma rapidez inacreditável, não consigo mais seguir em frente, nem me desprender disso tudo, já faz parte da minha história, já é uma parte de mim. Eu sei que o que falta em mim é você. Por favor não me deixe assim tão só. Se você soubesse que isso me incomoda tanto... É, acho que você não se importaria também.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Esperar.
Como sempre, estou aqui, esperando por alguém que eu tenho certeza de que não virá. Pode parecer tolice de minha parte, mas mesmo com toda a certeza de que continuarei sozinha o medo de que ele venha e não me encontre me domina e não me deixa descansar. Mesmo sem forças para continuar aqui, ou até para me sustentar em pé, continuo. Mesmo no chão, com todas as dores, feridas e magoas não desisto. O vento sopra forte conta mim e com ele trás sujeiras que fazem inflamar todas as minhas feridas. Mesmo esgotada fisicamente e psicologicamente eu espero. O tempo vai passando e as vezes eu até me pergunto: estou esperando pelo que mesmo? E quando lembro dos momentos lindos vividos ao seu lado recupero poucas forças que me fazem ficar em pé novamente, sei que vou continuar sozinha, mas vou continuar. Irei esperar por quanto tempo for necessário. Sei que algum dia você vai chegar, e se não vier, alguém melhor que você virar para me fazer feliz.
sábado, 24 de julho de 2010
Cada qual com seu conceito.
Mesmo com toda aquela confusão em sua cabeça ela tinha mais certeza de seus sentimentos do que qualquer outra coisa que se passava em sua vida naquele momento. Apesar de saber o que a grande maioria das pessoas pensa sobre amor á distancia, ela ignorava, pois já pensou o mesmo um dia: “Não existe amor verdadeiro sem contato físico, sem olho no olho”. Ela mudou de imediato esse conceito a partir do momento em que o amor tomou seu coração, mas como tudo tem prós e seus contras essa delicada situação tinha mais contras do que prós e com tudo a garota se recusava a aceitar o amor, porém os fatos obrigavam-na a isso, mas ela não se rendia. Bom, ao menos no começo. Quando ela começou a sentir as chamas das lágrimas queimarem em seus olhos e seu coração tão apertado ela deu o braço á torcer. Entregou-se a aquele amor de corpo e alma. Suas esperanças foram crescendo a cada dia que se passava e quando soube que ele sentia o mesmo que ela isso cresceu a uma velocidade imensurável. Afinal, fica difícil não acreditar que um amor que foi construído tão distante, sem o tão falado contato físico e olho no olho não ser verdadeiro, sincero e para ela o mais lindo, doloroso, difícil e problemático amor que se pode viver, mas acima de tudo o que a deixa feliz.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Voar.
Certo dia, perguntaram-me o que faria se tivesse asas. Então respondi: Não são necessariamente as asas que me fascinam e sim poder voar o mais alto que puder, entre as nuvens ou entre as estrelas, não importa. Sentir o vento batendo no meu rosto, o sol queimando em minha pele ou simplesmente o frio da noite fazendo-me estremecer. Quero sentir a liberdade. Descobrir qual é o tesouro precioso guardado ao fim do arco-íris que é tão cobiçado por todos. Tenho minhas suspeitas. Para mim esse tesouro são sorrisos, daqueles bem sinceros e amigos daqueles mais verdadeiros e confiáveis. Sinceramente essas são as jóias mais belas e mais preciosas que podemos adquirir durante uma vida inteira.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Saudades do que nunca se teve
Ela se sente extremamente só. Não importa onde. Esteja sozinha de fato ou em meio a um mar de gente. A solidão lhe acompanha para onde quer que vá. Ninguém consegue completá-la como ele. Mas a distancia é cruel e se colocou no caminho dos dois. Ela sente como se seu coração tivesse divido e um abismo separando os dois lados, em um dos lados, ela com todo seu amor pra dar e do outro ele esperando receber. A garota sabe que o amado está lá do outro lado a esperando, que a ama. Ela sente o abismo no meio do peito, todo aquele vazio de tamanho imensurável que ninguém mais pode completar a não ser ele. Ela já pensou em tentar pular até o outro lado, mas o medo a domina, ela sente receio de se jogar e cair. O medo não é da dor e sim de que lá embaixo a distancia seja maior do que a atual. Mesmo sabendo que não o tem ela sabe que ele a pertence, sente saudades dele, dos dois. Apesar de saber de todas as dificuldades e de todas as impossibilidades ela torna as poucas possibilidades tão grandes que qualquer um se emocionaria em conhecê-la, porém ela não tem tempo está ocupada demais tentando juntar os dois lados do seu coração.
domingo, 18 de julho de 2010
Dente de leão.
Meu querido dente de leão hoje eu te assopro por um único motivo, o amor, me de a honra de encontrar um amor de verdade que faça sentir-me nas nuvens e ir mais além do que o céu, que me faça enxergar somente a ele e a mais nada, que me mostre a beleza do brilho do olhar. Agora meu querido dente de leão, me de a honra de que esse amor, não me derrube lá de cima, como os meus outros amores, por que se for para levar outra queda das que a vida já me deu eu prefiro ficar aqui mesmo, no chão, vivendo minha humilde realidade, ela não me leva ao céu, mas pelo menos daqui de baixo eu não me machuco.
A arte de lembrar.
Como assim esquecer? Meu coração estava tão confortável comigo, então você chegou para roubá-lo de mim, levou-o embora e deixou-me aqui sofrendo com sua ausência, roubou o coração de outra garota qualquer e colocou o meu exposto ao sol, deixo-o secando e agora que ele esta seco, amargo, sem graça, chicoteado e aborrecido contigo, você chega pedindo pra eu simplesmente esquecer e voltar pra você? Não é tão simples. Se as palavras são difíceis de esquecer imagine os atos... Sim. Tudo que você fez comigo e com meu velho coração não da tão facilmente para esquecer. E eu não quero e nem vou esquecer. Você me perdeu. Não apenas me perdeu como também me perdeu para sempre. Eu não vou voltar para você. Tu podes fazer o que quiser eu já conheço os teus truques e não vou cair novamente, então vai e me deixa em paz, vai procurar qualquer outra garotinha boba. A mim você não engana mais.
sábado, 17 de julho de 2010
Palavras, apenas.
Não se importe com as palavras. Observe. Falando só gastamos nosso tempo, nossa energia, pensamentos e muito mais. Ainda assim não é suficiente, podemos falar todo um dicionário e não conseguimos passar a mensagem que queremos. Importe-se com seus atos, eles sim mostram muito, apresentam aos outros seu mundo, seu jeito de ser, fazem com que as pessoas se encantem ou não com você e você com elas. Então pense bem antes de falar afinal as palavras também machucam. Toda minha vida observando qual o propósito das palavras eu notei que além de nos fazer perder tempo nos faz magoar os outros mesmo quando não queremos. Cuidado. Quando decidir usar das palavras tenha certeza que está fazendo algo certo, pois depois não poderás voltar atrás. Por isso digo que as palavras são para os sábios, tem de serem estudadas, muito bem estudadas para serem empregadas em cada caso á parte. Então tome cuidado com elas, pois são traiçoeiras.
Lastimavelmente.
Por favor, devolva-me meu coração, eu imploro. Suplico. Não consigo mais viver sem ele. Para ser sincera não sei como sobrevivi a todo esse tempo. Sei que te dei ele para todo o sempre, mas você não esta cuidando bem do mesmo. Entro em desespero toda vez que o vejo com você, ele tenta voltar pra mim, mas você o impede, choro ao vê-lo todo machucado com todas aquelas cicatrizes horríveis. Por favor, se você não tem a intenção de devolvê-lo ou amá-lo ao menos não o machuque mais. Por mais careta que ele seja tenho certeza que ele te ama verdadeiramente, e é apenas por isso que eu estou agüentando toda essa dor. Durante todo esse tempo inacabável.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Tic, tac.
Hoje me peguei pensando no tempo. Às vezes o tempo rouba coisas da gente, sentimentos, amores, pessoas, que não queríamos que ele levasse embora, mas quando nos damos conta era tarde demais por mais cedo que tenhamos notado. O tempo é ágil, ninguém consegue pegá-lo. Eu sei que ele já levou algo ou alguém de você. Mas não o odeie. Ele não faz por mal. O tempo é seu amigo, é nosso amigo, ele sabe quando algo não está nos fazendo bem. Sabe também quando estamos precisando de algo ou de alguém. Vai dizer que nunca conheceu um amigo em um momento de desespero? Alguém que te fez sentir-se melhor nem que tenha sido apenas naquele momento? É. Parece que o tempo também nos dá presentes, seja paciente o nosso querido amigo tem que atender a todos e por isso às vezes demora, mas ele vai te ajudar, basta esperar e não reclamar da espera. O tempo é tão bom, mas tão bom que se você esperou muito, ele vai te recompensar de uma maneira tão linda, tão magnífica que você vai se encantar com a arte da espera.
Rosas.
Acho as rosas bonitas. Elas me encantam. Mas não as planto em meu jardim. Se plantasse se tornaria uma rotina. Por isso deixo de fazer certas coisas. Para que não se torne rotina. Para que não perca todo o encanto e magia. Olho as estrelas todo dia. Essa é uma das poucas rotinas da qual não me canso. Pergunto-me como as estrelas que são tão pequeninas conseguem brilhar com tanto esplendor. Não gosto de falar dos meus sentimentos, e por isso torno-me uma pessoa “fria” para os outros. Deixo para falar eu te amo quando tenho certeza dos meus sentimentos. Hoje em dia o eu te amo está banalizado de tal forma que até falar mal das pessoas consegue ser mais sincero. Sonho todo dia em olhar nos olhos de alguém e escutar essa pessoa falar que me ama sinceramente, verdadeiramente. Queria descobrir a magia real dessas palavras tão usadas no vocabulário da maioria das pessoas, mas que abrange uma imensidão de significados tão diferentes, importantes e belos quando verdadeiro o sentimento.
Selva
Ela olhava assustada para toda aquela selva humana. Pessoas desconhecidas, tudo desconhecido. Sentia-se perdida a meio de tantas novidades, não sabia o que fazer. Talvez ela fosse muito diferente, ou normal demais para toda aquela selvageria, não conseguia aproximar-se de ninguém. Tentava conversar com a pessoa mais normal que aparecia. Difícil. Todas suas tentativas foram em vão. Não conseguia dizer ao menos um “oi” sem que alguém a interrompesse. Consequentemente ela desistiu. Confusão demais para sua cabeça complicada. Isolou-se de tudo aquilo e só assim foi notada. Anti-social? Todos apontavam o dedo em sua face e a chamavam de estranha, esquisita. Como se toda aquela selva humana fosse à coisa mais normal de todas, e de fato isso se tornou. Mas ela não aceitava, gostava de ser isolada, sentia-se bem. Acreditava que mais cedo ou mais tarde alguém que não entendesse aquilo tudo como ela, se aproximasse. Ou não. Ela estava confortável assim.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Tudo em vão.
Todo esse tempo, sozinha. Lamentável. Eu esperava com um sorriso no rosto que não cansava. Eu queria ir, mas o amor que existia dentro de mim não deixava. Fazia-me permanecer ali, passavam-se as estações, as pessoas, passava-se chuva e sol, e eu continuava lá. Um conflito interminável acontecia dentro de mim entre magoas e esperança. O tempo trazia consigo o silencio e a solidão. Esses dois me acompanharam por bastante tempo, nas épocas de desespero, trancada no meu quarto, nas horas de lagrimas ou até dos raros falsos sorrisos eles sempre estavam lá, companheiros inabaláveis. Indestrutíveis. Até que o silencio me trouxe um recado dele. Ele não vai vir. E eu não quis acreditar num companheiro fiel há tanto tempo. Irritado ele me deixou, deu lugar a alguns novos companheiros. Os rumores. Eles não me deixavam em paz. Estavam sempre lá. O tempo ia passando por mim e me deixando mais alguns “amiguinhos”, tinha de aceita-los. O silencio voltou. Também vieram a desconfiança. A tristeza as magoa, raiva. Quantas companhias. Todas elas não cansavam de avisar que ele não viria. Mas minha lucidez havia me abandonado. Eu não os escutava. A solidão era a única que permanecia calada. Eu já estava completamente dilacerada por dentro, a saudade fazia questão de deixar uma marca em minha alma a cada segundo que se passava. Eu tinha de suportar a dor. A única que eu escutava ali era a esperança que pedia de segundo em segundo para esperar só mais um pouco. E eu esperava. Enquanto todo aquele amor ia me corroendo por dentro. Quando eu estava totalmente sem força. Quando a minha esperança desistiu de pedir para eu esperar mais um pouco. Quando eu vi tudo destruído. A solidão me avisou que ele não viria mais, que eu desistisse dessa loucura. Sem forças para lutar tive de abdicar dessa dor. Nesse exato momento o sol abriu-se no meu horizonte iluminando tudo. Se eu soubesse que ia ser assim não teria esperado tanto. Mesmo nessa paisagem linda continuo sozinha. Queria tanto você aqui comigo nesse paraíso.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Lutar, lutar, vencer.
O vento frio anunciava o grande temporal que estava por vir, eu sabia, porém não queria acreditar. Acreditar que tudo que eu construí, lutei e acreditei iam ser destruídos de uma maneira tão avassaladora que não restaria nada, nada além das ruínas e da vontade desesperada de reconstruir tudo. Mas eu não desisti em momento algum. Tudo começou com a ventania, depois vieram às catástrofes destruidoras, meu mundo caiu sobre minha cabeça e eu não podia fazer nada, absolutamente nada. Embora minhas forças não existissem mais, eu não podia parar, tinha de continuar lutando por tudo aquilo que estava destruído. Irônico até. Mas eu não parei. Usando das forças que eu não tinha mais, consegui sair de baixo das ruínas. Meu ser encontrava-se totalmente dilacerado, destruído, arruinado, machucado e esses são apenas alguns dos “ados”. Eu olhava tudo a minha volta e via que não restava mais nada, tudo que eu construí por toda minha vida foi derrubado brutalmente em um golpe só. A tempestade não parava fazendo arder todas aquelas feridas expostas em meu ser, estava tudo escuro, a tempestade estava raivosa e com fome de destruição, não tinha uma só estrela em toda aquela escuridão, nenhum ponto de luz. No fundo eu sabia que ainda iria ver um arco-íris, por mais inacreditável que parecesse. Não parei, juntei todas as forças que me restavam e voltei a reconstruir tudo, aos poucos, via que em cada mínima coisa que eu conquistava novamente abria-se um ponto de luz no meu céu. Demorou. Sofri. Lutei. Minhas feridas estavam quase cicatrizadas. Até que amanheceu, a chuva que era quase inexistente fazia curar o que restava das minhas dores. Eu olhava tudo novamente e sorria vitoriosa. Lá estava ele. O arco-íris. Reinando no meu céu onde a pouco tempo atrás não existia sequer uma estrela, ele estava glorioso assim como eu, anunciava que todo meu esforço valeu a pena. Eu havia conseguido.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Paraíso infernal.
Certo dia da minha vida, um dia a muito tempo atrás quando pessoas ainda se importavam comigo, importavam-se em limpar minha lagrimas e fazer curativos em minhas feridas, eu olhava o inferno do alto, do alto de uma grande escada, o tempo foi passando e as pessoas deixaram de importar-se comigo, minhas lagrimas doíam mais que balas no coração, e minhas feridas expostas já eram rotinas. Cada vez mais eu ia caindo os degraus da grande escada e me afundando naquilo tudo. Alguns degraus eu caía por desleixo, já outros “mãos amigas” faziam o favor de me empurrar. Eu fui caindo, caindo e caindo até chegar finalmente ao inferno. Uma queda rápida, porém muito cruel e muito dolorida. Sinceramente não sei o que fiz para merecer isso. Não falo do inferno. Falo dos anjos. Por incrível que pareça fui me encantando com o inferno, fazendo aquilo ali ficar cada vez pior e mais dolorido para mim e todos a minha volta, eu me tornara uma garota má, mesmo sabendo que aquela não era eu. Não era a garota que olhava tudo do alto e sorria agora eu era a garota que sorria da dor que sentia. Um disfarce. Eu fazia todo aquele inferno acontecer e depois sorria disfarçadamente, tentando evitar piadinhas, quando na verdade eu não queria que aquele inferno acontecesse, e em vez dos falsos sorrisos que para todos eram reais, queria deixar-me tomar por lágrimas. E foi ai que entraram os anjos. Anjos da minha vida. Eles arriscavam-se se jogando no inferno tentando me tirar dali, sabiam que eu não queria aquilo, sabiam que tudo que eu queria era que alguém me entendesse. Eles entendiam. Queriam me ajudar. E foi ai, exatamente ai, que eu notei que os anjos do inferno é que transformam toda aquela dor, sofrimento e tragédias em um paraíso. No mais lindo paraíso. O paraíso infernal.
domingo, 11 de julho de 2010
Fatal.
Ele se aproximava dela com um sorriso perfeito que deixaria qualquer menina em sua idade louca, ela continuava parada, intacta. Ele com seu olhar encantador somado ao sorriso perfeito continuava a se aproximar, apostando tudo em sua beleza e seu encanto que na verdade era desencanto ficava cada vez mais perto e mais perto, e mais perto da garota enquanto ela se envolvia e se desesperava tentando-se manter inteira no local. Impossível. Com tudo ele dera mais um golpe certeiro que despedaçara mais um, de vários corações. Costume. Ela ainda não sabia, ainda. Mantinha seu sorriso esperançoso no local em que ele marcara com ela, as horas passavam e seu belo sorriso se transformou em desanimo, ao encostar-se numa arvore notou um bilhete, nele tinha os seguintes dizeres: “Não me procure mais, esqueça-me”. Uma caligrafia mal feita de quem escreveu ás pressas sem se importar com nada.
- Ao menos ele se deu ao trabalho de avisar. – Disse para si mesma enquanto voltava para casa com lagrimas no rosto e com a alma dilacerada.
Chegando em sua casa deitou-se em sua cama quente encostando o rosto no colchão, permaneceu lá por dias até seu telefone tocar, levantou-se esperançosa com o rosto amassado para ver quem era. Era ele. Ao atender tomou coragem e com a voz tremula e lagrimas escorrendo por seu rosto disse: “Não me procure mais, esqueça-me”.
Assinar:
Comentários (Atom)















