domingo, 11 de julho de 2010

Fatal.

Ele se aproximava dela com um sorriso perfeito que deixaria qualquer menina em sua idade louca, ela continuava parada, intacta. Ele com seu olhar encantador somado ao sorriso perfeito continuava a se aproximar, apostando tudo em sua beleza e seu encanto que na verdade era desencanto ficava cada vez mais perto e mais perto, e mais perto da garota enquanto ela se envolvia e se desesperava tentando-se manter inteira no local. Impossível. Com tudo ele dera mais um golpe certeiro que despedaçara mais um, de vários corações. Costume. Ela ainda não sabia, ainda. Mantinha seu sorriso esperançoso no local em que ele marcara com ela, as horas passavam e seu belo sorriso se transformou em desanimo, ao encostar-se numa arvore notou um bilhete, nele tinha os seguintes dizeres: “Não me procure mais, esqueça-me”. Uma caligrafia mal feita de quem escreveu ás pressas sem se importar com nada. 
- Ao menos ele se deu ao trabalho de avisar. – Disse para si mesma enquanto voltava para casa com lagrimas no rosto e com a alma dilacerada. 
Chegando em sua casa deitou-se em sua cama quente encostando o rosto no colchão, permaneceu lá por dias até seu telefone tocar, levantou-se esperançosa com o rosto amassado para ver quem era. Era ele. Ao atender tomou coragem e com a voz tremula e lagrimas escorrendo por seu rosto disse: “Não me procure mais, esqueça-me”. 

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