Eu estava com frio e você me abraçou. Foi tão confortante. Você dormiu nos meus braços, eu senti o seu calor, foi muito surreal. Por um momento eu pensei: “Pode Deus ter me dado este presente? É impressão minha ou tem um anjo adormecido em meus braços?” Pisquei uma, duas, três vezes. É. Eu não estava sonhando. Tratei de digerir toda aquela energia boa que você me passava, uma felicidade incontrolável, um bem estar indescritível. Meus olhos fixaram-se em você, meu coração sentia o seu batendo bem ao lado dele, meus pulmões encheram-se com o seu cheiro. E meu estomago sacudiu, acordando, mais uma vez, aquelas malditas borboletas. Mas hoje não as deixei me irritar. Continuei admirando-te, sentindo o seu silencio, sua presença, seu calor, seu cheiro e tudo que vinha de você. Pedindo a Deus para que aquilo não acabace tão cedo. Aqueles minutos, momentos, sentimentos foram tão fortes, incontroláveis, realizadores, mágicos e eternos. Guardei-os na caixinha das recordações, espero que você não se incomode se eu precisar solicitá-los a qualquer momento.

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